Autoridades de saúde de Aurora intensificam fiscalização para garantir protocolos e evitar a propagação da Covid-19

Fotos: Eliezio Luiz

Em atendimento a uma denúncia de que um paciente testado positivo para Covid19 que reside na região do Sítio Logradouro, zona rural, estava desobedecendo as determinações dos decretos municipal e estadual, a Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica de Aurora, visitou a pessoa infectada nesta quarta-feira (22). A ação também foi realizada no bairro Araçá. A iniciativa, que deverá ocorrer constantemente, integra os esforços do Prefeito Dr. Júnior Macedo e da Secretaria de Saúde Alanna Roberta Macedo, no enfrentamento à pandemia.

De acordo com as autoridades de saúde, o enfermo foi orientado a aguardar em isolamento social, conforme recomendação médica, e evitar circular em vias públicas, pois poderá responder perante as autoridades policiais do município, dado a gravidade da doença e os riscos de contaminações.

Em duas residências da localidade, foi observado que a população está preocupada com o aumento de casos dos casos da COVID19 no município. Placas com orientações de prevenção contra o coronavírus foram fixadas pelos populares na frente de suas casas.
Participaram da fiscalização o Coordenador da Vigilância Sanitária, Eliezio Luiz, o Fiscal Sanitário, Ticiano Macedo, além da Coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Dra. Monalisa Holanda.

Esse trabalho e feito sobre o acompanhamento da Promotoria de Justiça da Comarca de Aurora e tem o apoio do Delegado de Polícia Civil, Dr. Paulo Hernesto.

Vale ressaltar que em caso de descumprimento das regras estabelecidas nos decretos estadual e municipal, o infrator poderá sofrer consequências civis e penais.

Conforme o artigo 268, do Código Penal, que trata dos crimes contra a incolumidade pública, quem infringir a determinação do poder público, que é destinada a impedir a propagação do novo coronavírus, está sujeito a detenção de 1 mês até 1 ano, além de pagamento de multa. A pena é aumentada de 1/3 (um terço), se o agente é funcionário da saúde pública ou exerce a profissão de médico, farmacêutico, dentista ou enfermeiro.

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